Arquivo de maio, 2012

VANDALO VERDE CONTA A HISTORIA DE UM CEDRO ROSA NO CAPÃO DA IMBUIA

Posted in Uncategorized on maio 29, 2012 by rose rose

terça-feira, 29 de maio de 2012

http://vandaloverde.blogspot.com.br

Imagem

Uma boa ação que salvou um Cedro Rosa (e um contraponto que entristece qualquer um que defende as árvores)

 Olá pessoal,
 
Acredito que, além de denunciar cortes irregulares de árvores e outras ações que prejudicam o meio ambiente, este espaço também serve para destacar as boas ações, que podem servir de exemplo para todos nós! Por isso, o post de hoje é sobre uma boa ação, praticada por uma moradora do bairro Capão da Imbuia, de Curitiba, chamada Rosana, que conseguiu salvar um Cedro Rosa que seria cortado pela Prefeitura de Curitiba.
 
O Cedro Rosa que foi salvo pela moradora do Capão da Imbuia:
 
 A história é a seguinte: há aproximadamente dois anos, quando esta cidadã descobriu que um Cedro Rosa, que fica em frente a sua casa, seria cortado em prol de obras que estão sendo feitas em sua rua, entrou no site da Prefeitura de Curitiba e realizou um pedido de não corte através do 156, canal de comunicação deste órgão com o cidadão (pelo menos é para ser!!) e recebeu um protocolo deste pedido.
 
Quando a Prefeitura apareceu no local e marcou o Cedro Rosa (e outras árvores) para ser cortada (com a justificativa de que a árvore atrapalharia o novo alinhamento da rua – que vai se transformar em uma avenida que faz parte da “linha verde”, que interliga a cidade inteira), a moradora interviu e disse que tinha uma ação cautelar que impedia o corte. A sorte da moradora, neste caso, é que ela utilizou as palavras corretas porque, por mais que acreditasse, naquele momento não tinha uma ação cautelar, somente um pedido de não corte.
 
Os funcionários da Prefeitura, acreditando nas palavras da moradora, deixaram de cortar a árvore naquele momento, mas foi solicitado que esta ação cautelar fosse encontrada para que mostrasse de fato que o que a moradora estava dizendo era verdade. Eis que ela entrou em contato com a Prefeitura, mas nada foi encontrado, nem mesmo o pedido de não corte (para vermos a organização deste órgão).
 
Por mais um golpe de sorte, Rosana tem o costume de frequentar o Jardim Botânico, conhece algumas pessoas que trabalham lá e são ligadas à Secretaria do Meio Ambiente. Estes funcionários sugeriram que ela entrasse em contato com a Secretaria e explicasse o caso. E foi o que ela fez. Funcionários da Secretaria do Meio Ambiente foram até o local, verificaram que a árvore não oferecia riscos e que poderia ser realizado um “desvio” na calçada para que a árvore fosse preservada. Então, segundo o que a moradora contou, começou a “briga” entre Prefeitura e Secretaria do Meio Ambiente, e neste caso quem saiu ganhando foi a árvore, que está lá, linda e intacta para quem quiser ver. A moradora sente-se orgulhosa por ter conseguido salvar esta árvore, apesar de que infelizmente outras quatro ou cinco foram derrubadas em função das obras.

O contraponto (e a falta de amor pelas árvores!)
 
O Vândalo Verde não poderia deixar de comentar o absurdo que ouviu quando foi procurar a moradora que salvou o Cedro Rosa. Nesta procura, fui perguntar para algumas pessoas que estavam dentro de uma escola que fica em frente ao Cedro Rosa quem seria a cidadã que salvou a árvore. Por coincidência, umas das pessoas que estavam lá era a diretora da escola (diretora, isso mesmo!) que disse que a moradora era “louca” e que por causa dela e do não corte da árvore, havia perdido duas vagas de estacionamento em frente à escola e que por isso a árvore estava atrapalhando e deveria ter sido cortada. Esse é o tipo de pessoa que educa crianças? Será por isso que hoje temos vários “cidadãos” que, por pequenos problemas particulares, pedem que árvores, que estão ali há bem mais tempo do que eles, sejam cortadas sem que ao menos ofereçam perigo? O que dizer de pensamentos como estes? Sinto no mínimo uma grande indignação e tristeza.
 
Para finalizar, dou os parabéns para a moradora que conseguiu salvar o Cedro Rosa e “nota 0” para a diretora de escola, que deve passar bons valores e pelo que me relatou, deve estar fazendo o contrário (espero que não!). 
 
Até breve!

VÂNDALO VERDE faz a denuncia

Posted in Uncategorized on maio 22, 2012 by rose rose

veja mais no blogue

http://vandaloverde.blogspot.com.br/

 

Curitiba inova no manejo de árvores! Agora mudas são arrancadas a “botinadas”

 

 

Olá pessoal,
 
Na semana passada o Vândalo Verde recebeu uma denúncia e foi atrás dos fatos. Antes de contar o que aconteceu, quero expor a minha sensação: mais uma vez verifiquei que o poder público nos trata como qualquer coisa, menos como cidadãos. E, além disso, descobri a receita certa para cortar uma árvore: Escolha a árvore, ligue para a Prefeitura alegando que esta árvore estraga sua vida, peça para mais uns 5 amigos ligarem e pronto, você conseguiu destruir mais uma árvore! Fácil, não?
 
Agora vamos aos fatos:
 
Uma moradora do bairro Jardim das Américas, de Curitiba, chamada Diana, 65 anos, me encontrou na Internet, conseguiu o meu contato e me ligou. Transtornada, disse que funcionários da Prefeitura de Curitiba haviam ido até a frente da sua casa e cortado grande parte da árvore Ficus que há 20 anos ela mesma havia plantado. A árvore abrigava muitos passarinhos e ninhos e com a sutileza do corte dos galhos alguns foram feridos. Com esta informação, fui até a casa da moradora para fotografar e saber mais informações.
 
Diana contou que pela manhã funcionários da Copel (Companhia Paranaense de Energia) haviam feito uma poda na árvore só para que não houvesse problemas com os fios de luz. A poda foi pequena, como sempre acontecia. Passado um tempo, a moradora ouviu um barulho de motosserra e foi verificar o que estava acontecendo.
 
Desta vez, eram os funcionários da Prefeitura que estavam cortando diversos galhos da árvore desnecessariamente, alegando que ela poderia oferecer perigo e esconder possíveis “bandidos”. Mas, como a árvore é grande, a moradora já havia colocado diversos holofotes em seu muro, de forma que o local tivesse claridade. Portanto, não havia necessidade deste corte. (Segundo os funcionários da Prefeitura, havia acontecido algumas denúncias pelo 156 – telefone da Prefeitura – com pedidos de corte da árvore. Neste caso, podemos supor que a Prefeitura não ouve aqueles que defendem o meio ambiente, somente aqueles que atacam, porque em nenhum momento eles perguntaram à moradora, que tem a árvore na frente da sua casa, se ela sentia-se “ameaçada”). 
 
Comovida com o ato de agressão, ela pedia que não cortassem aquela árvore que foi plantada por ela própria e que servia de morada para diversos pássaros, que ela alimenta diariamente. A reação dos funcionários da Prefeitura de Curitiba é de assustar e entristecer qualquer um: eles fingiam que não ouviam à senhora e, para completar, segundo ela, ficavam rindo da situação e conversando sobre outros assuntos enquanto cortavam a árvore.
 
Não contentes, os funcionários da Prefeitura cortaram diversos galhos de um Pinheiro Europeu que também foi plantado pela moradora, sem necessidade nenhuma, pois estes galhos eram baixos e não estavam oferecendo perigo algum. Para completar, com suas botinas eles arrancaram as mudas do Pinheiro que estavam em frente à arvore, arrancando do chão. Um vizinho, que teve uma árvore cortada sem necessidade pela Prefeitura, se sensibilizou e pegou as mudas do Pinheiro para plantar em sua residência.

 
 
 
Quando o Vândalo Verde chegou à casa da moradora, encontrou uma senhora extremamente triste pelo corte de suas árvores, pelo que aconteceu aos pássaros que ela cuida e pela maneira que foi tratada pelos funcionários da Prefeitura.
 
Ficam os questionamentos: Quem somos nós para o poder público, cidadãos de 2ª classe? Será que podemos nos considerar cidadãos? Nossas opiniões são ouvidas ou eles estão rindo de nós, como fizeram com esta senhora? E, por último, será que não estão faltando atitudes de nossa parte para que as coisas mudem? Acredito que sim! Somente saindo da inércia é que poderemos ver um mundo melhor, ao contrário, cada vez mais seremos vistos e tratados como qualquer coisa, menos como cidadãos.
 

Até breve!

JARDINAGEM PARA CRIANÇAS SÁBADO NO GOVARDHANA

Posted in Uncategorized on maio 18, 2012 by rose rose
  • Imagem
    GOVARDHANA SÃO LOURENÇO RUA DEPUTADO FERNANDO FERRARI,57

    FONES
     99077605 ELENICE 97183870 IRACEMA

criação de abelhas nativas

Posted in Uncategorized on maio 14, 2012 by rose rose

Criação Racional de Abelhas Nativas sem Ferrão – Meliponicultura: Uma atividade essencialmente Agroecológica. PARTICIPE DOS NOSSOS CURSOS. Próxima turma dia 14, 15, 24 e 25 de maio/12. FAÇA SUA INSCRIÇÃO.

Responsáveis pela polinização de até 90 % das espécies vegetais nativas e de forma direta ou indireta por 65% dos alimentos consumidos pela espécie humana, as abelhas sem ferrão (também denominadas “indígenas” ou “nativas”) estão seriamente ameaçadas de extinção, devido a práticas como o desmatamento, uso intensivo do solo, o monocultivo, uso indiscriminado de agrotóxicos e outros produtos químicos, sementes geneticamente modificadas ou a combinação destas, que por sua vez provocam alterações climáticas, poluição ambiental, a diminuição da biodiversidade, escassez de flores e a consequente redução de alimento apícola.

As consequências da diminuição, ou pior, da extinção das abelhas, podem ser catastróficas segundo citação atribuída ao físico alemão Albert Einstein: “SE AS ABELHAS DESAPARECEREM DA FACE DA TERRA, A HUMANIDADE TERÁ APENAS MAIS QUATRO ANOS DE EXISTÊNCIA. SEM ABELHAS NÃO HÁ POLINIZAÇÃO, NÃO HÁ REPRODUÇÃO DA FLORA, SEM FLORA NÃO HÁ ANIMAIS, SEM ANIMAIS NÃO HAVERÁ RAÇA HUMANA”.

Além do aspecto ambiental, a Criação de Abelhas Nativas sem Ferrão, quando desenvolvida com critérios e responsabilidade, pode revelar-se uma interessante opção de renda para as propriedades rurais e até para algumas urbanas e representar um atrativo a mais nas propriedades integrantes de circuítos de turismo rural.

Pela sua importância ambiental, cultural e social, o Centro Paranaense de Referência em Agroecologia incluiu a Meliponicultura entre suas linhas de ação e estará promovendo cursos sobre o tema para o qual convidamos os agricultores, técnicos, professores, estudantes, ambientalistas e demais interessados a participar e divulgar nos dias:

– 14, 15, 16 e 17 de fevereiro/2012 (encerrado)
– 12, 13, 23 e 24 de abril/2012 (encerrado)
14, 15, 24 e 25 de maio/2012

Serão abordados aspectos como a diferença entre a Apis melífera e a Meliponidae; sua distribuição geográfica, tipos de ninho, estrutura das colônias de meliponídeos, técnicas de captura, transferência e divisão de colônias, instalação de meliponários, predadores, os produtos e funções das abelhas, o aproveitamento do mel, entre outros.

Inscreva-se e participe. Divulgue e faça parte desta cruzada para o resgate e preservação destas importantes espécies polinizadoras.

Maiores informações e inscrições:
Telefone: (41) 3544-8113 (Josiane)
E-mail:
capacitacao@cpra.pr.gov.br