Arquivo para janeiro, 2010

nós damos a sombra, você a agua fresca

Posted in ações, Uncategorized with tags , , , , , on janeiro 27, 2010 by rose rose
jardinagem e prefeitura

carbono neutralizar

com este slogan curitibano dos anos 70, convido a coletividade para o plantio de 70 árvores no parque bacacheri nesde domngo ás 14h,

-com toda a imprensa reunida o evento estará aberto a manifestações de quem  neutraliza carbono diariamente.

Amor à paineira vista

Posted in hábitos, paineira, poesia on janeiro 23, 2010 by tamessativa

amorapaineiravista

paineiraruybarbosa

(Uma das paineiras da Praça Ruy Barbosa)

Lembro-me que, quando criança, ao ver uma paineira e sua paina no chão, perguntei ao meu pai se alguém usava aquilo, tão parecido com algodão.
Ele disse que se fazia travesseiro, antigamente.
Hoje sei o quanto são belos e agradáveis antigos hábitos como levar sacola às compras e andar de bicicleta.
Quando a paina vier, farei um travesseiro.

Em Curitiba: Crime Ambiental na Rua Recife

Posted in araucária, crime ambiental, denúncia on janeiro 21, 2010 by goura

crime ambiental rua recife

crime
Olá, a todos aí da Jardinagem.

Não sei ao certo se um relato como esse lhes serve como munição, mesmo assim resolvi que alguém como vocês deveriam ter ciência de um ocorrido.

No último sábado, dia 16 de janeiro, foram cruelmente assassinadas três lindas araucárias em um terreno particular ali no Cabral. Moro nesse terreno, em uma das quatro casas ali construídas, há muitos anos. As três araucárias deveriam ter, em média, 50 anos cada. Não sou entendido do assunto, portanto não sei precisar esses dados. Mas posso precisar o assassinato.

Nesse dia, por volta das dez da manhã, três homens evntindo macacões caqui deram início à derrubada da menor das três árvores. Observei o ocorrido e só me dei conta de que aqueles homens estavam derrubando, e não podando, a pequena araucária, quando esta, já desprovida dos longos galhos e da copa, foi atacada pela serra-elétrica. Eu estava de saída, com minha namorada e, no caminho para a rua pude ver que o negócio ali era sério. Chegamos então à casa da dona Loreta, proprietária do terreno e das casas dali, e a chamamos, tentando obter explicações. Mesmo com a casa toda aberta – sabemos que quando a casa está com as janelas abertas, dona Loreta está em casa – ela não nos atendeu. Minha namorada, já bastante braba, foi até os homens e perguntou o que faziam ali, ao que responderam que iam derrubara as três árvores – certamente sem autorização. Liguei para o IBAMA. Fui atendido por um homem a quem relatei a situação. O homem disse estar cobrindo a folga de outro e que não poderia ajudar com muita coisa, nnao entendi muito bem o porquê. Desliguei. Insistimos em chamar a dona Loreta. Nenhum sinal da mulher. Liguei novamente ao IBAMA e perguntei se havia alguma outra coisa que poderia ser feita. O homem, então, me passou o número do corpo de bombeiros! A essa altura, a segunda araucária já estava sendo atacada sem dó. Liguei para o Corpo de Bombeiros, relatei o caso e fui comunicado que deveria falar com a Força Verde, da Polícia Militar. Consegui o número (0800 643 0304) e fui imediatamente atendido. Um soldado anotou a denúncia, pedindo o maior número de detakhes possíveis da minha pessoa e não do fato. Só não perguntaram a cor da minha cueca. Enfim. Feita a denúncia, e com um compromisso pela frente, deixamos o local, já prevendo o pior.

Logicamente, minha ingenuidade fez-se certa. Embora tenha feito a denúncia durante a derrubada das três araucárias, e tenha insistido durante todo a tarde daquele sábado em ligar para a Força Verde para reforçar a denúncia, nada impediu os homens da dona Loreta de terminarem o serviço sujo. Ao chegar em casa e me deparar com a falta das três árvores, chorei. Liguei mais uma vez para a FV e o soldado Muti (algo assim) me atendeu. Mais uma vez fiz a denúncia, ele procurou lá não sei onde e confirmou a denúncia que fiz naquela manhã. Este foi muito mais atencioso que o soldado anterior. Osoldado Muti me garantiu que as medidas cabíveis seriam tomadas, que a Força Verde iria até o local e que a denúncia seria averiguada e, sendo constatada a irregularidade, dona Loreta seria multada, no mínimo.

Nada até hoje.

Na segunda-feira de manhã, dia 18, cerca de 6 homens carregaram um caminhão com os troncos das árvores, que estavam sendo cerrados naquele instante.

Mais uma vez, passei o dia ligando para a FV e ouvi sempre a mesma resposta, de que os operadores – que, segundo o soldado Muti são apenas um para o Estado inteiro – estavam todos ocupados e que deveria retornar mais tarde.

Ao chegar em casa, em frente à casa da dona Loreta, lá estavam – e estão ainda hoje – todos os galhos das araucárias e diversas pinhas verdes espalhadas no chão.

Resolvi, então lhes comunicar esse horrível crime. Um verdadeiro crime ambiental, cometido friamente e impunemente por esse homens à mando da dona Loreta.

Pensei que poderíamos fazer protestos em frente a casa dela. Estou pensando em colocar uma faixa sobre os galhos mostrando a todos que ali naquele lugar fora cometido um crime.

Creio que vocês têm mais contatos que eu, por isso pensei em vocês.

Caso queiram verificar a veracidade do meu relato, dêem uma passadinha ali na rua Recife, número 200.

Bem, era isso.

Obrigando pela atenção.

F.F.Targa
Apocalíptico Desintegrado
fftarga@yahoo.com.br

Bicicletada e Jardinagem Libertária

Posted in bicicletada, imagens, jardinagem on janeiro 20, 2010 by tamessativa

Bicicletada e jardinagem libertaria

Uma dupla dinâmica!

Ação de Jardinagem

Posted in ações, convites on janeiro 20, 2010 by tamessativa

Ação de Jardinagem Curitiba Janeiro 2010
(Esquina da Alameda Prudente de Morais com Padre Agostinho)

A quantidade de lixo era grande e a vontade de trabalhar também!
Os plantios apenas começaram. Reencontro marcado para o próximo sábado bem cedo, mas contribuições são bem-vindas em qualquer momento!

Colapso da segurança alimentar no Haiti

Posted in textos with tags , on janeiro 15, 2010 by tamessativa

Por Mike Adams, editor da Naturalnews.com

“Da noite para o dia, o Haiti passou de uma nação civil, organizada, a um cenário de caos total com gangues enlouquecidas pelas ruas, saqueando lojas e lutando por comida com facões. Ao ouvir isto, muitos ocidentais ignorantes podem dizer ingenuamente, “Isso só poderia acontecer no Haiti. É porque as pessoas são tão pobres, incivilizadas. Isto jamais aconteceria aqui…”

Oh, mas poderia sim.

O Haiti não é tão diferente de qualquer lugar onde você viva – uma cidade nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Reino Unido ou qualquer outro lugar. No mundo todo, pessoas lutam pela sobrevivência quando a situação se torna desesperadora. A única razão pela qual sua cidade não está tomada por armas de fogo e facões agora mesmo é porque há abundância de comida. A eletricidade funciona. O fornecimento de água funciona e a polícia mantém uns poucos criminosos sob controle. Mas, não importa onde você viva, sua cidade está separada do caos apenas por um desastre natural. O furacão Katrina é a prova: mesmo na América do Norte, uma cidade civil e ordeira pode ser tomada por uma onde de assaltos e violência.
E você sabe por que? Porque as pessoas não estão preparadas para desastres. Pense, a maioria das pessoas não está nem mesmo preparada para uma falta de comida ou eletricidade por mais de 48 horas. Quase ninguém tem comida estocada, água, suprimentos de primeiros socorros ou a habilidade de se defender fisicamente de agressores. Estão todos apostando suas vidas na idéia bizarra de que seu governo vai salvá-los se algo der errado. As pessoas do Haiti estão aprendendo agora o que as pessoas de Nova Orleans já sabem: seu governo não vai salvá-lo. Numa crise real, você está por conta própria.

Leis e ordens são coisas frágeis. Quando a disrupção acontece – seja por desastres naturais, guerra ou resistência civil – governos e organizações policiais podem romper-se dentro de horas. No Haiti, agora mesmo, não há governo cuidando de coisa alguma. Não há força policial. Não há autoridade. É cada homem (e mulher) por si. Se você quer comer, pegue um porrete e lute por isso.
É uma situação desesperadora.

Aliás, este artigo não é sobre o Haiti. É sobre você e onde você vive. Se um desastre natural atingisse sua cidade esta noite, você estaria preparado?
Você tem os meios para conseguir água limpa, se o sistema de água for destruído? Você tem meios de prover abrigo para si mesmo e sua família se não houver eletricidade ou combustível para aquecimento disponível? Você conseguiria defender a si mesmo e a sua familia de pessoas agressivas desesperadas por comida? (Ou você tem o suficiente para compartilhar com eles? Se tem, como compartilharia com centenas de outros na mesma situação?)

A maioria das pessoas não está preparada para o desconhecido. Vivem suas vidas de forma totalmente dependente da contínua operação bem sucedida da infraestrutura pública, da lei e da ordem. E se essa infraestrutura for interrompida em algum momento, elas ficam completamente incapazes de defender a si próprias.

A maioria das pessoas vive suas vidas precisamente desta maneira. Cada cidade norte-americana é um futuro Haiti só esperando para acontecer nas circunstâncias certas (ou erradas). Civilidade é algo frágil. Lei e ordem é uma linha tênue na sociedade. E tudo isso pode desaparecer em minutos.
Esteja preparado.

(Este artigo não é uma avaliação do destino da nossa sociedade moderna. Antes, é um lembrete para todos nós sermos realistas a respeito de nossa prontidão pessoal.)”

(tradução livre. O original encontre-se em http://www.naturalnews.com/027948_food_security_preparedness.html )

Ação em Curitiba – Sábado 16.01

Posted in Uncategorized with tags , , , , on janeiro 14, 2010 by goura

‘ Ataque’  em um terreno na esquina da Prudente de Maraes com Padre Agostinho.

Levem mudas, sementes, placas, dizeres e ferramentas!

“Eles cultivam terrenos que estão abandonados, substituindo lixo por flor, rato por abelha, água parada (leia-se foco de mosquito) por planta irrigada, barata por borboleta e por aí vai… Os jardins livres são cultivados por várias pessoas de maneira livre. Não existe um líder, cada um lidera uma parte da tarefa. Os jardins são espaços de envolvimento da vizinhança (em tempo de tanto desenvolvimento) , exercício físico produtivo (na era das academias), contato e cuidado com a criação de Deus (diante da supersafra de concreto e asfalto).

Os jardins não pretendem preocupar os proprietários, apenas produzir mais beleza e criar movimento que não produza CO2. Os jardins não se ocupam em briga por posse de terra. Nem objetivam lucro, caso haja algum excedente de produção, este será doado a grupos que trabalhem com segurança alimentar.

Os jardins oferecem liberdade aos terrenos baldios (que o Aurélio categoriza como: sem proveito, inútil.)

Então: Que tal libertar um terreno baldio, hoje?”