Relato da bicicletagem jardinária

Pura diversão. Depois de tomarmos as ruas com as bicicletas, questionando a cultura do automóvel e celebrando o espaço comum, sem emitir gás carbonico na atmosfera, nos dirigimos à boca maldita onde movimentos estudantis e, infelizmente, partidários alinhavam com o dia de ação global proposto pelo FSM. Uma parte dos participantes da bicicletada ficou por lá, mas nós fomos direto para o terreno baldio onde estava programada a ação.

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Passamos na feira e levamos frutas “descartadas” para um lanche freegan.
O que não estava em condições de ser comido,virou adubo e ainda aproveitamos as sementes. Dos abacaxis, também aproveitamos as coroas que, com sorte, vão virar novas mudas.

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Plantamos muitas frutíferas e começamos o trabalho de limpeza e decoração do espaço. Também sinalizamos as plantas que já estavam lá e as que plantamos.

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Mais uma vez o perigo são os carros, que costumam usar o terreno como estacionamento de máquinas particulares em dias de jogos. Logo vamos programar outra ação nesse local, mas agora, que venha o carnaval revolucão.

Seguimos, até as cidades ruírem!

5 Respostas para “Relato da bicicletagem jardinária”

  1. thiagocastanhodecarvalho Diz:

    Incrível!
    Poxa Curitiba está bombando de ações então!
    Queria que o Rio estivesse assim

  2. Massa! Lamento não ter ido …
    Mas no carnaval tô nessa!!!

  3. [...] Como retomar as ruas e praças? Relato da bicicletagem libertária [...]

  4. Bruneli Parashu Diz:

    Começamos uma tradição que irá pedalar de volta até a nascente da bicicletagem nos EUA: toda massa crítica leva à uma revitalização do espaço.

    Quero meu bairro de volta. Ele se transformou num escoador de veículos.

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